Projeto de curso

PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO
LATO SENSU
ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA

Ensino a Distância – EAD
(Resolução CES/CNE/MEC nº 01/2018)
CURSO CADASTRADO NO MEC EM 28/08/2007 E REVISADO EM 14/01/2019
Os cursos de pós graduação à distância são disciplinados pelo Decreto nº 9057/17

OBJETIVOS GERAIS

O curso vislumbra oferecer aos profissionais que buscam a solução de problemas de planejamento, execução e gerenciamento de projetos; preservação da natureza e seus recursos; proteger o ambiente dos danos causados pela ação crescente, decorrentes das atividades humanas ou naturais; solucionar problemas, com uma visão aprofundada das necessidades de preservação, controle e recuperação ambiental; projetar e construir obras com uma visão da responsabilidade para com as futuras gerações; preparar o ambiente é o meio para gerar bem estar e desenvolvimento; diagnóstico e caracterização do meio ambiente; controle da qualidade ambiental; recuperação e preservação do meio ambiente.

ESTRUTURA CURRICULAR E CARGA HORÁRIA

O Curso está estruturado com 14 (quatorze) módulos, 50 (cinquenta) disciplinas totalizando 500 horas/aula.

ENGENHARIA AMBIENTAL E SANITÁRIA - 2019
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDIZAGENS OBJETIVOS H/A
INTRODUÇÃO À GESTÃO AMBIENTAL E MEIO AMBIENTE  
MÉTODOS CIENTÍFICOS - Identificar as fases do método científico
- Reconhecer o método científico como construtor de conhecimento científico
- Diferenciar o método científico dos demais métodos existentes
10
INTRODUÇÃO À GESTÃO AMBIENTAL Definir o significado da gestão ambiental.
Reconhecer o surgimento e a evolução das questões ambientais, e a gestão empresarial.
Diferenciar os conceitos de gestão e gerenciamento ambientais.
10
RECURSOS NATURAIS RENOVÁVEIS E NÃO RENOVÁVEIS - Identificar o conceito e a diferença entre os recursos naturais renováveis e os recursos naturais não renováveis
 - Reconhecer as características dos recursos naturais renováveis
 - Apontar os desafios no gerenciamento dos recursos naturais não renováveis
10
POLÍTICA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE E SISTEMA NACIONAL DO MEIO AMBIENTE - Identificar os principais conceitos da Política Nacional do Meio Ambiente
- Reconhecer os instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente
- Caracterizar a organização e as atribuições do Sistema Nacional do Meio Ambiente (Sisnama)
10
GESTÃO AMBIENTAL  
GESTÃO AMBIENTAL: RECICLAGEM E A QUESTÃO DOS LIXOS NAS CIDADES Descrever como ocorre a gestão dos resíduos nas grandes cidades.
Reconhecer os impactos ambientais e sociais dos lixões.
Identificar boas práticas na gestão de resíduos nas cidades.
10
GESTÃO AMBIENTAL: TÉCNICAS DE AVALIAÇÃO DOS IMPACTOS AMBIENTAIS Diferenciar aspectos e impactos ambientais.
Relacionar métodos de avaliação de impactos ambientais.
Exemplificar técnicas de minimização e controle de impactos ambientais.
10
GESTÃO AMBIENTAL: DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL, ONG'S E QUESTÃO AMBIENTAL NA EMPRESA Descrever a relação da gestão ambiental com o desenvolvimento sustentável.
Caracterizar o sistema de gestão ambiental aplicado no segundo setor.
Relacionar a aplicação da gestão ambiental no terceiro setor.
10
GESTÃO AMBIENTAL: PLANEJAMENTO TERRITORIAL E AMBIENTAL Caracterizar o planejamento urbano e ambiental.
Conceituar e caracterizar o Plano Diretor.
Identificar a aplicação do Zoneamento Ambiental para planejamento urbano.
10
GESTÃO ECONÔMICA AMBIENTAL E ECOLOGIA  
GESTÃO AMBIENTAL ORGANIZACIONAL Reconhecer as características principais da Norma ISO 14001.
Definir as vantagens de utilização de um sistema de gestão ambiental reconhecido internacionalmente.
Identificar os objetivos e princípios gerais que regem um sistema de gestão ambiental.
10
SUSTENTABILIDADE E DESENVOLVIMENTO Associar o conceito de desenvolvimento sustentável e as alternativas para alcançá-lo.
Avaliar o papel do homem no desenvolvimento sustentável.
Reconhecer a relação do crescimento econômico, do desenvolvimento social e da preservação do meio ambiente.
10
ECOLOGIA DA RESTAURAÇÃO E DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL - Identificar etapas para a recuperação de ecossistemas degradados
- Reconhecer a relação da biodiversidade com as comunidades locais
- Integrar conceitos-chave de Ecologia com a Ecologia da Reconciliação
10
FATORES ECOLÓGICOS (CLIMÁTICOS, FÍSICO-QUÍMICOS DA ÁGUA E EDÁFICOS) Identificar as características astronômicas que influenciam o clima em escala global.
Relacionar os fatores físicos com as correntes de ar e de água.
Discutir como as mudanças físicas do solo influenciam a distribuição de organismos.
10
GEOLOGIA  
ESTRUTURAS GEOLÓGICAS - Reconhecer como as rochas são deformadas
- Identificar as estruturas básicas de deformação
- Descrever os estilos de deformação continental.
10
EROSÃO - Relacionar as interações entre a erosão e outros processos geológicos
- Identificar os tipos de erosão existentes
- Reconhecer os mecanismos que denotam a erosão.
10
GEOLOGIA APLICADA ÀS OBRAS CIVIS I - Reconhecer a influência da geologia nas obras civis
- Identificar as principais características geológicas de obras de arte
- Listar as relações entre a geologia e a engenharia.
10
GEOLOGIA APLICADA ÀS OBRAS CIVIS II - Reconhecer as propriedades dos maciços rochosos
- Identificar as classificações de maciços
- Listar as características dos maciços rochosos.
10
RESÍDUOS  
RESÍDUOS SÓLIDOS - Reconhecer o termo "resíduos sólidos"
- Identificar a origem dos resíduos sólidos
- Relacionar os resíduos sólidos potencialmente contaminantes à saúde humana
10
POLÍTICA NACIONAL DE RESÍDUOS SÓLIDOS - Identificar os objetivos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
- Listar os instrumentos da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
- Descrever a classificação dos resíduos sólidos.
10
GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS SÓLIDOS - Classificar os resíduos sólidos
- Refletir sobre a atual forma de gestão dos resíduos sólidos urbanos
- Identificar possíveis formas de tratamento de resíduos sólidos
10
INTRODUÇÃO, DEFINIÇÃO, TIPOS DE ISOLAMENTO, TIPOS DE RESÍDUOS E GERENCIAMENTO DE RESÍDUOS DE SAÚDE - Definir isolamento e seus tipos
- Classificar os tipos de resíduos de serviços de saúde (RSS)
- Descrever as etapas envolvidas no gerenciamento de resíduos de saúde
10
GESTÃO DE RECURSOS AMBIENTAIS E RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL  
CONCEITOS E PRINCÍPIOS DA GESTÃO DE RECURSOS AMBIENTAIS - Descrever o conceito de recursos naturais
- Identificar a importância da gestão dos recursos naturais
- Listar os princípios associados à gestão dos recursos naturais
10
AÇÃO ANTRÓPICA NO PLANETA - Reconhecer a civilização como um geossistema global
- Definir os recursos naturais
- Identificar os recursos energéticos.
10
RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL - Identificar o conceito de responsabilidade socioambiental e relacioná-lo com os pilares do desenvolvimento sustentável e com as relações de consumo
- Verificar o conceito de capital natural relacionando-o com recursos naturais e impactos socioambientais
- Analisar nossa atual conjuntura de saúde e meio ambiente, apontando medidas e mecanismos para atingir condições de responsabilidade socioambiental
10
RESÍDUOS DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS E ELETRÔNICOS - REEE - Identificar os conceitos de resíduos elétricos e eletroeletrônicos
- Estabelecer a relação entre lixo eletrônico e meio ambiente
- Apontar as consequências e possíveis soluções relacionadas aos resíduos eletrônicos
10
DIREITO E LEGISLAÇÃO AMBIENTAL E LICENCIAMENTO AMBIENTAL  
PRINCÍPIOS DO DIREITO AMBIENTAL - Descrever a contextualização histórica dos princípios do Direito
- Caracterizar a importância dos princípios do Direito Ambiental
- Identificar os princípios específicos do Direito Ambiental
10
INTRODUÇÃO AO ESTUDO DO DIREITO AMBIENTAL - Reconhecer a historicidade da preocupação com o meio ambiente
 - Identificar a evolução legal da proteção do meio ambiente do Brasil
 - Analisar as fontes do Direito Ambiental
10
LICENCIAMENTO AMBIENTAL E ESTUDO PRÉVIO DE IMPACTO AMBIENTAL - Caracterizar Licenciamento Ambiental e sua base legal
- Identificar a estruturação e as competências do Sistema Nacional do Meio Ambiente
 - Conceituar os principais instrumentos legais do Licenciamento, o EIA e o RIMA
10
CUIDADOS, ASPECTOS E ESTUDOS IMPORTANTES DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL - Discorrer sobre licenciamento ambiental em áreas verdes, áreas de preservação permanente (APPs) e unidades de conservação (UCs)
- Analisar a compensação ambiental
- Apresentar a importância do Plano de Gerenciamento de Resíduos Sólidos (PGRS)
10
IMPACTOS AMBIENTAIS E RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS  
INTRODUÇÃO À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS - CONCEITOS Definir os principais conceitos adotados em processos de Avaliação de Impactos Ambientais
- Relacionar os conceitos pertencentes à Avaliação de Impactos Ambientais aos seus significados
- Selecionar corretamente os conceitos técnicos que devem ser utilizados em processos de Avaliação de Impactos Ambientais
10
LEGISLAÇÃO APLICADA À AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAIS  - Identificar a legislação aplicada à Avaliação de Impactos Ambientais
- Justificar a importância da Avaliação de Impactos Ambientais por meio de legislação pertinente
- Avaliar impactos ambientais à luz das orientações legais
10
ETAPAS DE UM PROJETO DE RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS (PRAD) - Ressaltar a importância de definir objetivos e metas para a elaboração/execução do PRAD
- Identificar os principais procedimentos para elaborar um PRAD
- Compreender a importância do correto planejamento ambiental territorial
10
DEFINIÇÃO DE DIRETRIZES PARA EXECUÇÃO DO PRAD Relacionar o correto diagnóstico com a formulação de diretrizes e indicação de ações aplicadas nos PRADs
Confeccionar cronogramas para a execução do PRADs
Ressaltar o processo de avaliação do PRAD pelo órgão ambiental competente
10
CONTROLE DA POLUIÇÃO  
POLUIÇÃO: ATMOSFÉRICA; DAS ÁGUAS; DO SOLO E SONORA - Caracterizar poluição atmosférica e suas principais normas legais
- Distinguir poluição da água e do solo e descrever suas principais normas legais
- Reconhecer os principais aspectos de poluição sonora e seus desdobramentos legais
10
TIPOS E FONTE DE POLUIÇÃO - Reconhecer o conceito de poluição do solo
- Identificar as fontes da poluição do solo
- Caracterizar a alteração do solo nos ambientes urbanos
10
PRINCIPAIS POLUENTES - Caracterizar o desenvolvimento da atmosfera
- Identificar os principais poluentes atmosféricos
- Relacionar os combustíveis fósseis aos poluentes atmosféricos
10
TÉCNICAS DE CONTROLE, TÉCNICAS DE REMEDIAÇÃO E MITIGAÇÃO - Caracterizar os métodos utilizados para o tratamento e controle de efluentes
- Identificar técnicas de recuperação e controle de mananciais contaminados
- Relacionar ações de mitigação para a poluição das águas
10
GERENCIAMENTO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO  
CONCEITO DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO - Identificar os conceitos relacionados à UC
- Caracterizar os Corredores Ecológicos e as Zonas de Amortecimento
- Elencar conceitos importantes de gerenciamento das UCs
10
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE PROTEÇÃO INTEGRAL - Caracterizar as UCs de proteção integral
- Identificar os tipos de UCs de proteção integral
- Elencar algumas das UCs de proteção integral do Brasil e suas funções
10
UNIDADES DE CONSERVAÇÃO DE USO SUSTENTÁVEL - Caracterizar as Unidades de Conservação de Uso Sustentável
- Identificar os tipos de Unidades de Conservação de Uso Sustentável
- Elencar algumas das Unidades de Conservação de Uso Sustentável no Brasil
10
SISTEMA NACIONAL DE UNIDADES DE CONSERVAÇÃO (SNUC) - Caracterizar o Sistema Nacional de Unidades de Conservação – SNUC
 - Identificar o funcionamento do SNUC
 - Apresentar os desafios para a implementação do SNUC
10
MANEJO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS  
ELABORAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DE PROGRAMAS DE MONITORAMENTO DA QUALIDADE - Identificar as principais patologias para a saúde humana relacionadas com a contaminação da água, bem como as legislações que asseguram a qualidade
- Caracterizar a importância do monitoramento e gerenciamento dos recursos hídricos
- Descrever como o monitoramento e gerenciamento de um recurso hídrico é realizado, através de um estudo de caso
10
TIPOS DE COMPORTAMENTOS HIDROLÓGICOS: ENXURRADAS, INUNDAÇÕES E INFILTRAÇÃO - Caracterizar os conceitos de ciclo hidrológico e de bacias hidrográficas
  - Diferenciar enchentes, inundações e enxurradas
  - Identificar a importância da infiltração de água no solo
10
TIPOS DE COMPORTAMENTOS HIDROLÓGICOS: ENXURRADAS, INUNDAÇÕES E INFILTRAÇÃO - Caracterizar os conceitos de ciclo hidrológico e de bacias hidrográficas
  - Diferenciar enchentes, inundações e enxurradas
  - Identificar a importância da infiltração de água no solo
10
QUALIDADE DA ÁGUA. RESOLUÇÃO CONAMA 357/2005 E RESOLUÇÃO CONAMA 430/2011 - Identificar as principais legislações que tratam do enquadramento e dos parâmetros das águas e sua importância
- Discernir as principais classes de uso das águas
- Reconhecer os principais parâmetros e as variáveis que interferem na qualidade das águas
10
SISTEMA DE DRENAGEM URBANA  
CICLO HIDROLÓGICO APLICADO AO ESCOAMENTO SUPERFICIAL - Relembrar os processos que ocorrem durante o ciclo da água
- Reconhecer a precipitação como a fonte principal das águas superficiais
- Definir balanço hídrico
10
DRENAGEM URBANA: CONCEITO E OBJETIVOS - Conceituar drenagem urbana e gestão de drenagem urbana
- Reconhecer os objetivos de um sistema de drenagem urbana
- Justificar a necessidade dos projetos vinculados com drenagem urbana
10
SISTEMA DE MICRODRENAGEM: CAPTAÇÃO DAS ÁGUAS PLUVIAIS, GALERIAS E PEQUENOS CANAIS - Definir microdrenagem
- Reconhecer a microdrenagem como um dos componentes do sistema de drenagem urbana
- Caracterizar a microdrenagem
10
SISTEMA DE MACRODRENAGEM: CANAIS, BUEIROS E TRANSIÇÕES - Definir macrodrenagem
- Reconhecer a macrodrenagem como um dos componentes do sistema de drenagem urbana
- Caracterizar a macrodrenagem
10
PLANEJAMENTO URBANO E AMBIENTAL  
PLANEJAMENTO AMBIENTAL URBANO: DEFINIÇÕES E OBJETIVOS - Entender o conceito de planejamento
- Relacionar as etapas envolvidas no planejamento ambiental
- Identificar os principais objetivos do planejamento ambiental urbano
10
ESTATUTO DA CIDADE: AS COMPETÊNCIAS, DIRETRIZES E INSTRUMENTOS DA GESTÃO URBANA - Reconhecer o Estatuto da Cidade
- Identificar as competências na gestão do espaço urbano
- Relacionar os instrumentos da gestão do espaço urbano
10
DESENVOLVIMENTO URBANO SUSTENTÁVEL - Identificar os aspectos que precisam ser planejados adequadamente nos centros urbanos
- Reconhecer exemplos de projetos bem-sucedidos com respeito ao desenvolvimento urbano sustentável
- Relacionar os temas mais abordados no desenvolvimento urbano sustentável
10
INDICADORES DE QUALIDADE AMBIENTAL APLICADOS AO PLANEJAMENTO URBANO - Relacionar os indicadores de qualidade ambiental mais utilizados na análise e no planejamento dos centros urbanos
- Identificar os aspectos ambientais que mais necessitam de intervenção nos centros urbanos a partir da análise dos indicadores ambientais
- Reconhecer as análises utilizando os indicadores de qualidade ambiental como de fundamental importância para a tomada de decisão no planejamento urbano e ambiental
10
SISTEMAS DE TRATAMENTO E ABASTECIMENTO  
REMOÇÃO DE COMPOSTOS ORGÂNICOS NA ÁGUA - Avaliar ações a serem tomadas para a remoção dos compostos orgânicos na água, no caso de uma estação de tratamento de água para o consumo humano
- Identificar características que indiquem a presença de compostos orgânicos a água
- Indicar as principais causas do excesso de compostos orgânicos na água
10
PROCESSOS GERAIS E ESTAÇÕES DE TRATAMENTO DE ESGOTO - Definir tratamento de esgoto
- Descrever quais são os processos usualmente utilizados
- Indicar as funções de cada nível dentro do processo de tratamento.
10
DIRETRIZES NACIONAIS DE SANEAMENTO BÁSICO – PARTE I - Analisar dados genéricos sobre as condições de saneamento básico no Brasil e no mundo
- Definir saneamento básico segundo a Lei Federal número 11445/2007
- Identificar benefícios e problemas associados à presença e à ausência de saneamento básico, respectivamente.
10
DIRETRIZES NACIONAIS DE SANEAMENTO BÁSICO – PARTE II - Definir saneamento básico, segundo a Lei Federal nº 11445/2007
- Identificar as diretrizes nacionais para o saneamento básico
- Nomear quais atividades e estruturas estão contempladas no abastecimento de água, no esgotamento sanitário, na limpeza urbana e manejo de resíduos sólidos e na drenagem e manejo das águas pluviais urbanas
10
TOTAL 560


MÓDULO OPCIONAL
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDISAGENS OBJETIVOS H/A
DIDÁTICA E METODOS CIENTIFICOS  
DIDÁTICA: UMA PRÁTICA ORGANIZADA - Conceituar a didática
- Relacionar a didática com as estratégias de ensino
- Estabelecer relação entre a didática e o processo de socialização
10
METODOLOGIA: DIFERENTES OPÇÕES DIDÁTICAS - Definir o que é a metodologia no trabalho docente.
- Apontar diferentes opções metodológicas que podem ser adotadas no processo de ensino-aprendizagem.
- Relacionar a metodologia com o uso de diferentes recursos materiais.
10
PROCESSOS DE APRENDIZAGEM - Descrever como os alunos processam o aprendizado
- Discutir as etapas dos processos de aprendizagem
- Explicar o ciclo dinâmico da aprendizagem
10

SELEÇÃO E DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA MATRÍCULA

01 fotos 3x4; Cópia do Diploma de Curso Superior, Cópia do CPF, Cópia do RG e Cópia do Comprovante de Residência. (Todos as Copias desses documentos deverão obrigatoriamente serem digitalizadas, assinadas pelo candidatos conforme assinatura do RG e enviadas para a FIC pelo correio eletrônico, pelo sistema ou pelo portal www.ficunifal.edu.br).

DADOS DA INTITUIÇÃO DE ENSINO

MANTENEDORA:
Nome: União de Faculdades de Alagoas Ltda. - UNIFAL
Dirigentes: Sergio TR Costa e Rosário F. Costa.
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326 8069 - E-mail: unifal@ficunifal.edu.br

MANTIDA:
Nome: Faculdade Figueiredo Costa - FIC
Dirigentes: Sergio TR. Costa e Rosário F. Costa
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326-8069 - E-mail: fic@ficunifal.edu.br

EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia Ambiental e Sanitária é certificado pela FACULDADE FIGUEIREDO COSTA – FIC, mantida pela UNIFAL.

A FIC é CREDENCIADA PARA OFERTA DE CURSOS SUPERIORES PRESENCIAIS PELA PORTARIA MEC 289/16 (RECREDENCIADA) e CREDENCIADA PARA CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA PELA PORTARIA MEC 90/18 (CREDENCIADA EAD). Os certificados expedidos pela FIC tem garantia de validade em todo território brasileiro.

INVESTIMENTO

O investimento varia conforme o prazo que o aluno se predispõe a concluir o curso, ou seja o aluno escolhe um plano e paga a taxa de matricula e a quantidade de meses em que pretende concluir o curso, conforme tabela abaixo:

PLANOS TEMPO DE CONCLUSÃO
EM MESES
TAXA DE MATRÍCULA
EM R$
PARCELAS MENSAIS
EM R$
TOTAL DO INVESTIMENTO
EM R$
PLANO 1 6 - A VISTA 2.250,00
PLANO 2 6 1 x 336,00 6 x 336,00 2.352,00
PLANO 3 8 1 x 275,33 8 x 275,33 2.478,00
PLANO 4 10 1 x 240,54 10 x 240,54 2.646,00
PLANO 5 12 1 x 219,69 12 x 219,69 2.856,00
PLANO 6 14 1 x 206,66 14 x 206.66 3.100,00

OBS: Caso o aluno conclua o curso em prazo superior ao escolhido no contrato, para ter direito ao certificado terá que pagar a diferença do investimento referente ao plano em que concluiu.

PRAZO DE CONCLUSÃO DO CURSO

Mínimo de 6 (seis) meses e máximo de 14 (quatorze) meses.

DIAS E HORÁRIOS DAS AULAS

Educação a distância – EAD

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E TUTORES

E-mail: fic@unifal.edu.br

A Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC é a responsável pela Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e sua permanente atualização, devendo promover as reuniões periódicas do colegiado objetivando desenvolver e implantar o presente projeto e as atividades do mesmo. É também responsável pelo gerenciamento do curso e da integração docente e discente, com objetivo de garantir o pleno sucesso na execução deste projeto pedagógico.

OBS: “Os professores são de exclusiva responsabilidade da Coordenação Acadêmica e poderão, a qualquer tempo, serem substituídos, a critério exclusivo da mesma, por razões administrativo-pedagógicas, por outros de equivalente titulação e/ou capacidade profissional”

METODOLOGIA

A concepção metodológica do Curso baseia-se nos ideais de autonomia e protagonismo no Ensino a Distância. O curso prevê a realização de 14 módulos com duração de quatro semanas cada através do Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC. Teremos 14 (quatorze) módulos disciplinares curricular, com 4 (quatro) Unidades de Aprendizagem de 10h, cada.

Seguindo as diretrizes do Ministério da Educação, as eventuais provas, serão realizadas presencialmente nos polos de apoio presencial do Curso.

Para conhecer os polos de apoio presencial da FIC visite a página ficunifal.edu.br.

Farão jus aos certificados apenas os alunos que concluírem com sucesso todas as disciplinas modulares e obtiverem nota igual ou superior a 5,0 pontos.

TECNOLOGIA

A ferramenta fundamental, embora não a única, para o desenvolvimento dos processos educativos será o Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC, onde serão realizadas periodicamente as aulas com veiculação pela internet; ambientes virtuais de discussão; biblioteca virtual e informações sobre as disciplinas e avaliações.

A organização deste espaço virtual será uma parceria do Curso com a Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC e com empresas especialista terceirizadas, para elaboração e distribuição dos materiais audiovisuais.

Outra importante ferramenta indispensável que é amplamente utilizada é o site da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, onde são publicados as vídeos aulas e os textos no formato eletrônico de livros. Os livros didáticos podem ser acessados e impressos, nas bibliotecas virtuais, fazendo com que os alunos do Curso tenham a oportunidade de acessar os mais recentes resultados de autores nacionais e estrangeiros.

INFRAESTRUTURA FÍSICA

O curso é uma iniciativa da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, que já consta com estrutura física no polo do campus sede, onde funcionam a secretaria, a coordenação do curso, coordenação de tutoria e o colegiado do curso.

Estes espaços possuem os laboratórios de informática, sala de para web conferências, secretaria onde atuarão os professores do curso e demais colaboradores.

Além disso, os Polos de Apoio Presencial devem contar com acervo bibliográfico na área de conhecimento do curso, que poderá ser utilizado tanto para consulta local, como também empréstimos, de acordo com as normas de cada polo. Ainda possuem laboratórios de informática com computadores e equipados para as avaliações on line e acesso às bibliografias e periódicos eletrônicos, também deverá contar com recursos tecnológicos para realização de webs conferências.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação deverá considerar: 30% do valor da média mensal será conquistado nos trabalhos virtuais como: questionários das UAs realizados; a participação em Fóruns de Discussão online; a participação em web aulas; a participação nos Chats; a auto avaliação de cada aluno, quando exigida pela Coordenação e os 70% da restante da média mensal, será conquistado nas provas presenciais, nas participações de cada módulo curricular e no TCC e nos encontros presenciais, quando solicitado pela Coordenação.

Deste modo, no tocante aos desempenhos, considera-se APROVADO o aluno que apresenta desempenho considerado satisfatório em todos os quesitos acima mencionados, e aprovados pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, considera-se media mínima: 5 (cinco); EM RECUPERAÇÃO o aluno que apresenta desempenho considerado insuficiente em até 4 (quatro) disciplinas e com requerimento de justificativa do mau desempenho, analisada e aprovada pelo colegiado do curso, poderá MATRICULAR-SE NAS DISCIPLINAS reprovadas e completar o curso e REPROVADO o aluno que não foi aprovado durante o curso em 5 (cinco) ou mais de 5 (cinco) disciplinas, perde as condições de realizar as recuperações e está totalmente reprovado e para concluir o curso deverá realizar nova MATRICULA NO CURSO e pagar as disciplinas reprovadas.

CONTROLE DE FREQUÊNCIA

O aluno deverá ter 75% de frequência obrigatória nas UAs de cada disciplina do curso.

Considerando a modalidade à distância, a frequência do aluno será verificada a partir dos acessos realizados nas web aulas nas UAs.

Para cada disciplina (módulo curricular mensal) haverão 04 UAs, onde o acesso e participação nos questionários são obrigatórias. Neste caso, o aluno poderá ausentar-se de apenas uma UA. O aluno deve ser ciente de que não frequentando uma UA, poderá enfraquecer a sua média final.

Da mesma forma, haverá um encontros presenciais, quando serão debatidos os temas abordados nos materiais didáticos; ministradas palestras e/ou aulas práticas; efetuada a avaliação de aprendizagem; e a defesa do trabalho de conclusão, quando cada uma dessas atividades estiverem prevista em cronograma.

O comparecimento aos encontros presenciais quando exigido pela coordenação do curso é obrigatório.

Faltando a um encontro presencial, a critério da coordenação do Curso, o aluno poderá participar de um próximo encontro, respeitando o prazo máximo de conclusão do Curso. Não será permitido ao participante faltar a mais de dois encontros presenciais.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

ABBOT, J., GUIJT, I. Novas visões sobre mudança ambiental: abordagens participativas de monitoramento. Rio de Janeiro: AS-PTA, 1999.
ABSY, M. L. et al. Avaliação de impacto ambiental: agentes sociais, procedimentos e ferramentas. Brasília: IBAMA, 1995.
ANDRADE, R. O. B. de; TACHIZAWA, T.; CARVALHO, A. B. de. Gestão ambiental: enfoque estratégico aplicado ao desenvolvimento sustentável. 2.ed. São Paulo, Makron Books, 2004.
AYOADE, J. Introdução à climatologia para os trópicos. São Paulo: 12 ed. Ed. Bertrand Brasil, 2007
AZEVEDO NETTO, J. M. & ALVAREZ, A. A. Manual de hidráulica. São Paulo, Blücher, 1988.
BAHIA, V.G; RIBEIRO, M. A.V. Conservação do solo e preservação ambiental. Lavras: UFLA/FAEPE, 1997.
BAIRD, C. Química Ambiental. 2 ed. Porto Alegre: Bookman, 2002.
BARTH, F. T. et al. Modelos para gerenciamento de recursos hídricos, São Paulo: Nobel: ABRH 1987. LANNA, A. E. L. Gerenciamento de bacia hidrográfica: aspectos conceituais e metodológicos. IBAMA, 1995.
BENJAMIN, Antônio Herman V. Dano ambiental: prevenção e repressão. São Paulo: RT, 1993.
BRAGA, B. et al. Introdução à Engenharia Ambiental. São Paulo: Prentice Hall, 2002;
BREDA FILHO, D. Reuso de água. 2003. 1ª ed. São Paulo. Ed. Monole Ltda.
BRILHANTE, Ogenis Magno (Coord.); Caldas, Luiz Querino de A. Caldas (Coord.). Gestão e avaliação de risco em saúde ambiental. Rio de Janeiro, Fiocruz, 2004.
BUARQUE, S. C. Construindo o desenvolvimento local sustentável: metodologia de planejamento. Rio de Janeiro: Garamond, 2002.
CAMPOS, G.W.S. et al. Tratado de saúde coletiva. Hucitec/Fiocruz. São Paulo/Rio de Janeiro, 2006.
CANHOLI, ALUÍSIO - Drenagem urbana e controle de enchentes. Editora Oficina de Textos, 304 p., 2005
CARVALHO, Carlos Gomes de. Introdução ao direito ambiental. Cuiabá: Verde pantanal, 1990.
CASSINI, S. T. Digestão de resíduos sólidos orgânicos e aproveitamento do biogás. Prosab Vitória, 2003. LIMA, L. M. Q. Lixo: Tratamento e biorremediação. Editora Hemus, terceira edição, 2004.
CAVALCANTI, C. Meio ambiente desenvolvimento sustentável e políticas públicas. 3 ed. São Paulo Cortez, recife. 2001
COSTA, E. F. da; BRITO, R. A. L. In: COSTA, E.F., VIEIRA, R.F., VIANA, P.A. Quimigação: Aplicação de produtos químicos e biológicos via irrigação. Brasília: EMBRAPA-SPI, 1994.
CREDER, H. Instalações hidráulicas e sanitárias. 6. ed. Rio de Janeiro: LTC, 2011. 423 p.
CUNHA, Sandra Baptista da; GUERRA, Antonio José Teixeira (Org.). Avaliação e perícia ambiental. 10.ed. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 2010. 284p.
DI BERNARDO et al. Ensaios de tratabilidade de água e dos resíduos gerados em estações de tratamento de água. São Carlos: Rima editora 2002.
DONAIRE, D. Gestão ambiental na empresa. – 2. ed. – São Paulo: Atlas, 1999.
FELLENBERG, Günter. Introdução aos problemas da poluição ambiental. São Paulo, EPU, 1980.
FRANK, B. Metodologia da pesquisa ambiental. FURB. 2003.
FREITAS, C.M. Saúde, ambiente e sustentabilidade. Fiocruz. Rio de Janeiro, 2006.
GRANDJEAN, E. Manual de ergonomia - adaptando o trabalho ao homem. 4. ed. Porto Alegre: Bookman, 1998.
GRÜN, M. Ética e educação ambiental: conexão necessária. Campinas: Papirus, 2000.
GUERRA, A .J. T.;SILVA, A .S. da; BOTELHO, R. G. M. Erosão e conservação dos solos: conceitos, temas e aplicações. Rio de Janeiro: Bertand Brasil, 1999.
GUERRA, A.J.T.; CUNHA, S.B. da (orgs.). Geomorfologia e meio ambiente. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil. 2006.
ICHTER, C. A.; AZEVEDO NETTO, J. M. de. Tratamento de água: tecnologia atualizada. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2002. 332 p.
LA ROVERE, E. L. (Coordenador) et al. Manual de Auditoria Ambiental, Rio de Janeiro. 2 ed. 2001.
LAKATOS, E. M.; MARCONI; M. A. Fundamentos de metodologia científica. São Paulo: Atlas, 2003.
LEAL, M. S. Gestão ambiental dos recursos hídricos: princípios e aplicações. Rio de Janeiro: CPRM, 1998.
LEHNINGER, A. L.; NELSON, D. L.; COX, M. M. Princípios de bioquímica. Worth Publishers, 3a. ed. 2002.
LEINZ, Viktor (1904-1983); Amaral, Sergio Estanislau do. Geologia geral. 11.ed. rev. São Paulo, Nacional, 1,1989. Edgard Blucher, [s.d.]Rio de Janeiro, CNPQ, 1981.
LEITE, P. R. Logística Reversa: meio ambiente e competitividade. São Paulo - 2009.
LEME, E. J. de A. Manual prático de tratamento de águas residuárias. São Carlos, SP: Ed. da UFSC, 2008. 595 p.
LINSLEY, R. K. & FRANZINI J.B. Engenharia de recursos hídricos. São Paulo Editora McGraw-Hill do Brasil.
LOCZY, Louis de; LADEIRA, Eduardo A. Geologia estrutural e introdução a geotectônica. São Paulo, SP: Edgard Blucher, Rio de Janeiro: CNPQ, 1981. 528 p.
MACHADO, Paulo Affonso Leme. Direito ambiental Brasileiro, 8. ed. revista, atualizada e ampliada. São Paulo: Malheiros, 2000. pp.243 e 244.
MATTAR NETO, J. A. Metodologia científica na era da informática. São Paulo: Saraiva, 2002.
NBR 12209. Projeto de Estações de Tratamento de Esgoto Sanitário. Rio de Janeiro, ABNT. 2009.
NORMAS REGULAMENTADORAS. Segurança e medicina no trabalho. São Paulo : Atlas, 1989.
NOVO, Evlyn M.L. de Moraes. Sensoriamento remoto: princípios e aplicações. 3. ed. São Paulo, SP: Edgard Blucher, 2008. 363 p.
ODUM, P E. Fundamentos de Ecologia. Fundação Calouste 2001.
PEDRINI, A. de G. (1952-). Educação ambiental: reflexões e práticas contemporâneas. 2. ed. 2 Petrópolis, Vozes, 1998.
PHILIPPI Jr., A (Ed.). Saneamento, saúde e ambiente: fundamentos para um desenvolvimento sustentável. Barueri: Manole, 2005.
PINTO, N.L. de SOUZA et al. Hidrologia básica. São Paulo. Editora Edgard Blucher, 1976.
PRADO, H. Manual de classificação de solos do Brasil. Jaboticabal, FUNEP, 1983.
RESOLUÇÃO Nº. 218, DE 29 DE JUNHO DE 1973;
RESOLUÇÃO Nº. 447, DE 22 DE SETEMBRO DE 2000.
ROMEIRO, A.R. REYDON, B.P., LEONARDI, M.L.A. Economia do meio ambiente: teoria, políticas e a gestão de espaços regionais. Campinas: Unicamp, Instituto de Economia, 1999.
SANCHEZ, Luiz Enrique. Avaliação de impacto ambiental - conceitos e métodos. Oficina de textos. São Paulo. 2006.
SILVA, H. V. O. Auditoria de Estudo de Impacto Ambiental. Dissertação de mestrado PPE/COPPE/UFRJ, Rio de Janeiro, 1996.
SPIRO, T. G.; STIGLIANI, W. M. Química ambiental. 2.ed. São Paulo, Pearson, 2009.
STEEL, E. W. Abastecimento de água e sistemas de esgotos. ed. livro Técnico S/A 1966.
TORTORA, G. J.; FUNKE, B. R.; CASE, C. L. Microbiologia. 12 ed. ArtMed, Porto Alegre. 2012.
TOWSEND, C. R. Fundamentos em ecologia. São Paulo: Artmed, 2006.
VIANNA, M.C. Hidráulica aplicada às estações de tratamento de água. Belo Horizonte: Imprimatur, 2002.

Biblioteca digital da FIC: E-BookFIC, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca digital: PEARSON BIBLIOTECA VIRTUAL, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca pública: MEC: www.periodicos.capes.gov.br

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

A partir de uma pesquisa científica, o estudante deverá elaborar um artigo, individualmente, sobre um Modulo Disciplinar Curricular do curso.

Orientação e acompanhamento do estudante:

A orientação e o acompanhamento e a aprovação do TCC é feita pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC. A orientação e o acompanhamento do estudante serão efetuados por meio do EVA da FIC, em sala virtual, especificamente estruturada para tal finalidade. O trabalho de orientação terá como suporte uma sistematização previamente elaborada e disponibilizada na sala virtual, onde orientador e estudante terão possibilidade de acompanhamento, orientação e contatos relativos ao processo de elaboração do TCC.

A defesa individual do TCC é o momento em que o estudante será inquirido pela Coordenação sobre o conteúdo do seu trabalho. É uma atividade obrigatória que ocorre com data e hora marcadas previamente.

É considerado aprovado no TCC o aluno com média final igual ou superior a 5,0 (cinco).