Projeto de curso

PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO
LATO SENSU
ENGENHARIA DA PRODUÇÃO

Ensino a Distância – EAD
(Resolução CES/CNE/MEC nº 01/2018)
CURSO CADASTRADO NO MEC EM 28/08/2007 E REVISADO EM 12/02/2019
Os cursos de pós graduação à distância são disciplinados pelo Decreto nº 9057/17

OBJETIVOS GERAIS

O curso vislumbra aperfeiçoar o profissional ao projeto, operação, gerenciamento e melhoria de sistemas de produção de bens e serviços, integrando aspectos humanos, econômicos, sociais e ambientais.

ESTRUTURA CURRICULAR E CARGA HORÁRIA

O Curso está estruturado com 14 (quatorze) módulos, 50 (cinquenta) disciplinas totalizando 500 horas/aula.

ENGENHARIA DA PRODUÇÃO – EAD
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDIZAGENS OBJETIVOS H/A
INTRODUÇÃO A ENGENHARIA  
MÉTODOS CIENTÍFICOS - Identificar as fases do método científico
- Reconhecer o método científico como construtor de conhecimento científico
- Diferenciar o método científico dos demais métodos existentes
10
INTRODUÇÃO AO CURSO DE ENGENHARIA - Identificar o conceito de engenharia.
- Identificar as áreas de conhecimentos necessárias ao profissional de engenharia.
- Reconhecer as realizações de engenharia na vida cotidiana.
10
ÉTICA, LEGISLAÇÃO E ENTIDADES QUE REGULAMENTAM A PROFISSÃO - Reconhecer o conceito de ética na profissão de engenharia
- identificar um dilema ético na aplicação da profissão
- avaliar os impactos das ações técnicas de engenharia no bem-estar e na segurança da sociedade.
10
FUNDAMENTOS DA ENGENHARIA DE PRODUÇÃO - Reconhecer a história da engenharia de produção: suas origens e principais colaboradores
- Identificar os modelos de gestão: taylorismo, fordismo e toyotismo
- Definir as principais áreas da engenharia de produção
10
ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO E OPERAÇÕES  
LOCALIZAÇÃO DE FABRICA E INSTALAÇÕES DE SERVIÇOS - Analisar o conceito da localização de fábrica e instalações de serviços
- Identificar os objetivos e fatores envolvidos na decisão da localização
- Reconhecer os principais modelos para avaliação das alternativas
10
DEFINIÇÕES DE TECNOLOGIA DE GRUPO - Analisar as origens, os conceitos e as aplicações da tecnologia de grupo.
- Reconhecer os objetivos e benefícios da adoção da tecnologia de grupo.
- Identificar as fases da tecnologia de grupo e o desenvolvimento da célula de manufatura.
10
AGRUPAMENTO INTUITIVO; SISTEMA DE CLASSIFICAÇÃO E CODIFICAÇÃO; ANÁLISE DE FLUXO DE PRODUÇÃO - Definir a técnica do agrupamento intuitivo nos processos de produção industrial
- Reconhecer o procedimento de classificação e codificação de peças, subconjuntos e conjuntos no processo produtivo
- Explicar a importância do planejamento do fluxo da produção e sua influência nos resultados do setor produtivo
10
PLANEJAMENTO DE CAPACIDADE - Analisar a importância do planejamento e do controle da produção para a capacidade produtiva
- Identificar as necessidades de recursos para o atendimento das estimativas de vendas
- Reconhecer como a utilização dos recursos pode interferir na capacidade produtiva e nos resultados da organização
10
CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO
INTRODUÇÃO AO CONTROLE ESTATÍSTICO DE PROCESSO - Reconhecer as origens do controle estatístico de processo
- Definir as principais características e os objetivos do CEP
- Identificar os elementos e as etapas componentes do CEP
10
CAUSAS DA VARIABILIDADE - Definir as diferentes variáveis em um processo
- Reconhecer causas comuns de variação
- Identificar causas especiais de variação
10
INSPEÇÃO POR AMOSTRAGEM - Identificar os conceitos fundamentais relacionados à amostragem
- Definir as características e as utilidades da inspeção por amostragem
- Reconhecer os elementos e a forma de aplicação da inspeção por amostragem
10
FERRAMENTAS BÁSICAS DA QUALIDADE: FOLHA DE VERIFICAÇÃO, DIAGRAMA DE PARETO, FLUXOGRAMAS E DIAGRAMA DE CAUSA E EFEITO - Reconhecer utilidade, características e forma de elaboração da folha de verificação
- Definir as aplicações e formas de elaboração dos diagramas de Pareto e de causa e efeito
- Identificar os principais tipos de fluxograma, suas características e aplicações
10
GESTÃO DA QUALIDADE
INTRODUÇÃO À GQ - Identificar o conceito básico da gestão voltada à qualidade
- Reconhecer algumas das principais ferramentas e alguns dos principais programas de eficiência organizacional
- Identificar o contexto que levou ao surgimento da Qualidade Total e suas perspectivas
10
TQM INTRODUÇÃO - Identificar os princípios do Just in Time (JIT), uma das ferramentas básicas da Gestão para a Qualidade Total
- Reconhecer a metodologia de produção Kanban e sua similaridade com o JIT
- Relembrar o contexto em que foi criada e a finalidade da norma ISO 9000
10
TQM - QUALIDADE E OPERAÇÕES - Reconhecer algumas das principais contribuições da gestão da qualidade total para os processos produtivos
- Relembrar como a variabilidade e o retrabalho impactam na produtividade das linhas de trabalho
- Identificar o impacto do retrabalho em uma linha de produção CONWIP (Constant Work in Progress)
10
TQM - QUALIDADE NA CADEIA DE SUPRIMENTOS - Identificar as contribuições da TQM no aprimoramento dos processos da cadeia de suprimentos
- Definir como a gestão da qualidade e o controle de indicadores como o lead time contribuem para a satisfação do cliente final
- Reconhecer a importância da seleção e do gerenciamento de fornecedores para os resultados da cadeia de suprimentos
10
FUNDAMENTOS DE METROLOGIA
SISTEMA MÉTRICO DECIMAL: SISTEMA INTERNACIONAL DE UNIDADES - Definir Sistemas de Medida
- Diferenciar os sistemas utilizados em metrologia dimensional
- Realizar conversões dentro do sistema métrico decimal e entre o sistema métrico e o sistema inglês
10
ESCOLHA CORRETA DO INSTRUMENTO A SER UTILIZADO NA MEDIÇÃO - Conceituar tolerância, resolução, faixa nominal e incerteza de medição
- Calcular o critério de aceitação de instrumentos, popularmente conhecido como regra de ouro da metrologia
- Selecionar instrumentos de medição para cada tipo de medida
10
CAPACIDADE DO PROCESSO DE PRODUÇÃO - Conceituar capacidade de processo de produção
- Identificar os índices de capacidade de processo
- Calcular a capacidade do processo por meio dos índices
10
ESTABILIDADE DO PROCESSO A CURTO PRAZO - Conceituar estabilidade diferenciando longo e curto prazo
- Identificar a estabilidade conforme os critérios estabelecidos
- Avaliar a estabilidade a curto prazo
10
MODELAGEM
CONCEITOS DE MODELAGEM E OTIMIZAÇÃO - Descrever as etapas de definição de problema
- Reconhecer princípios de modelagem matemática
- Aplicar os conceitos básicos de pesquisa operacional visando a uma solução ótima
10
MODELAGEM MATEMÁTICA I - Diferenciar modelo e modelagem
- Classificar as variáveis de um modelo
- Definir os conceitos básicos do processo de modelagem
10
MODELAGEM MATEMÁTICA II - Explicar os diferentes modelos que são comuns em problemas de pesquisa operacional
- Analisar os fatores restritivos de um problema
- Identificar o objetivo do problema
10
MODELAGEM MATEMÁTICA III - Desenvolver um modelo matemático
- Avaliar as possibilidades com o uso de um modelo matemático
- Ordenar as etapas de uma modelagem
10
SEGURANÇA DO TRABALHO E SAÚDE OCUPACIONAL
FUNDAMENTOS DE SEGURANÇA DO TRABALHO - Reconhecer as mudanças voltadas à saúde e à segurança ocupacional ao longo do tempo
- Analisar o impacto da evolução tecnológica no processo de trabalho
- Refletir sobre a introdução da saúde e da segurança ocupacional no meio ambiente de trabalho
10
FISCALIZAÇÃO DA SEGURANÇA DO TRABALHO - Reconhecer o papel do MTE nas ações de segurança do trabalho
- Identificar as atribuições dos fiscais do MTE
- Analisar as normatizações de saúde e segurança ocupacional
10
GERENCIAMENTO DE RISCOS: TÉCNICAS DE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS - Definir as técnicas de análise e avaliação de riscos
- Reconhecer as formas de avaliação dos riscos
- Identificar a formas de aplicação das técnicas
10
ACIDENTE DE TRABALHO: PAPEL DA COMISSÃO INTERNA DE PREVENÇÃO DE ACIDENTES E SERVIÇO DE ENGENHARIA DE SEGURANÇA E MEDICINA OCUPACIONAL - Identificar o papel da CIPA e do SESMT no acidente de trabalho
- Diferenciar o papel da CIPA e do SESMT no acidente de trabalho
- Reconhecer a importância da atuação do SESMT e da CIPA no acidente de trabalho.
10
PROCESSO DE DESENVOLVIMENTO DE PRODUTOS – PDP
O QUE É O PDP E SUA IMPORTÂNCIA NO BRASIL - Explicar como se define um produto, assim como os aspectos que influenciam o seu projeto
- Definir como é o processo de desenvolvimento de novos produtos
- Identificar a importância do PDP e como ele gera resultados nas empresas
10
CARACTERÍSTICAS, NOMENCLATURA E DEFINIÇÃO DO PDP - Explicar conceitos relacionados ao PDP
- Identificar o PDP, diferenciando-o de outros processos de negócio
- Reconhecer a abrangência do PDP e sua relação com os demais processos de negócio
10
SISTEMATIZAÇÃO, CONTROLE E RETROALIMENTAÇÃO DO PDP - Analisar o modelo unificado do PDP
- Identificar e caracterizar fases-chave do PDP
- Reconhecer a importância dos gates e indicadores do PDP
10
PROJETO CONCEITUAL - Explicar o projeto conceitual dentro do PDP
- Desenvolver o projeto conceitual, incluindo seus inputs e outputs
- Reconhecer a importância do projeto conceitual para o PDP
10
METODOS, MONITORAMENTO, LANÇAMENTO E ACOMPANHAMENTO DO PRODUTO.
MÉTODOS PARA O PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO PRODUTO - Determinar as atividades do Planejamento Estratégico de Produto
 - Estabelecer a importância da pesquisa de mercado
 - Identificar os passos para a definição do portfólio de produtos
10
MONITORAMENTO E MELHORIA DO PRODUTO - Selecionar os processos de fabricação
- Analisar o processo produtivo
- Listar a documentação técnica do processo
10
LANÇAMENTO DO PRODUTO - Definir as atividades de lançamento
- Identificar os processos de lançamento relacionados com o processo de desenvolvimento do produto
- Determinar o plano de fim de vida do produto
10
ACOMPANHAMENTO DE PRODUTO E PROCESSO - Estabelecer as atribuições do time de acompanhamento do produto
- Utilizar as informações de acompanhamento para monitorar o desempenho do produto e do processo
- Explicar como realizar a análise crítica das atividades de acompanhamento e suas possíveis ações de melhoria
10
INTRODUÇÃO A SISTEMA DE PRODUÇÃO E AUTOMAÇÃO  
SISTEMAS DE PRODUÇÃO E AUTOMAÇÃO - Diferenciar os sistemas de produção automatizados e manuais
- Reconhecer o controle em um sistema de produção
- Entender os princípios da automatização industrial
10
SISTEMAS DE CONTROLE - Reconhecer os conceitos importantes relativos aos sistemas de controle
- Diferenciar modelos de sistemas de controle
- Entender o funcionamento das malhas de controle
10
  INSTRUMENTAÇÃO ANALÓGICA E DIGITAL - Diferenciar a instrumentação analógica da digital
- Identificar o tipo de instrumentação conforme a aplicação
- Comparar dispositivos e instrumentos para a aplicação em controle
10
AUTOMAÇÃO INDUSTRIAL - Descrever o surgimento e o estabelecimento da automação no contexto industrial
- Identificar a linguagem de programação Ladder
- Diferenciar os tipos de robôs
10
GESTÃO DE CUSTOS INDUSTRIAIS
FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE CUSTEIO - Identificar os principais métodos de custeio
- Listar os sistemas de apuração de custos
- Reconhecer a aplicação dos sistemas de custeio
10
SISTEMA DE CUSTEIO TRADICIONAL - Reconhecer os critérios dos métodos de custeio por absorção e custeio variável
- Elaborar o custeio de produtos pelos métodos de custeio por absorção e custeio variável
- Listar vantagens e desvantagens dos métodos de custeio por absorção e custeio variável
10
SISTEMA DE CUSTEIO POR DEPARTAMENTALIZAÇÃO - Reconhecer o conceito de departamentalização
- Listar as características do custeio por departamentalização
- Realizar o custeio de um produto pelo método de departamentalização
10
SISTEMA DE CUSTEIO BASEADO EM ATIVIDADES - Reconhecer os objetivos do custeio baseado em atividades
- Listar os critérios e passos para utilização do método ABC
- Aplicar o custeio com base em atividades
10
PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO
PLANEJAMENTO AGREGADO DE VENDAS E DE PRODUÇÃO -Reconhecer o planejamento hierárquico do qual o planejamento agregado de vendas e de produção fazem parte
-Definir o planejamento agregado e sua importância para o planejamento de vendas e operações da organização
-Identificar características relevantes do desenvolvimento e estabelecimento do plano agregado
10
PROGRAMAÇÃO DA PRODUÇÃO INTERMITENTE -Reconhecer os objetivos da programação da produção
-Identificar as decisões e as regras envolvidas na programação da produção
-Definir como a programação ocorre nos diferentes tipos de ambientes
10
PLANEJAMENTO E PROGRAMAÇÃO DE PROJETOS -Definir o conceito de projetos
-Reconhecer os principais elementos do planejamento e da programação de projetos
-Identificar as etapas necessárias para a aplicação do modelo PERT/CPM
10
BALANCEAMENTO DE LINHAS -Listar as características do balanceamento da linha de produção
-Reconhecer o procedimento para balanceamento da linha de produção
-Identificar os principais indicadores de desempenho da linha de produção
10
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL  
INTRODUÇÃO À MANUTENÇÃO INDUSTRIAL - Definir os conceitos fundamentais de manutenção e as normas relacionadas.
- Reconhecer os conceitos de confiabilidade, produtividade, eficiência, qualidade, performance, disponibilidade e manutenabilidade.
- Relacionar os tipos de manutenção.
10
MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE (RCM) - Descrever os conceitos de Manutenção Centrada na Confiabilidade.
- Identificar as relações entre confiabilidade, disponibilidade e manutenabilidade.
- Discutir o conceito de análise de falhas na implantação da RCM.
10
TECNOLOGIAS APLICADAS À MANUTENÇÃO - Discutir as aplicações de tecnologias voltadas para a manutenção.
- Listar as tecnologias emergentes em manutenção e gerenciamento de ativos.
- Descrever a evolução da manutenção, benefícios e tendências futuras.
10
MANUTENÇÃO INDUSTRIAL CORRETIVA, PREDITIVA E PRODUTIVA  
MANUTENÇÃO CORRETIVA - Definir o conceito de manutenção corretiva e suas aplicações.
- Determinar em que condições a manutençãocorretiva deve ser utilizada.
- Descrever o processo de análise de falhas.
10
MANUTENÇÃO PREDITIVA - Definir o conceito de manutenção preditiva e suas aplicações.
- Identificar as famílias de técnicas de manutençãopreditiva.
- Nomear vantagens e desvantagens da manutenção preditiva.
10
MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) - Reconhecer o conceito da Manutenção Produtiva Total (TPM) e sua lógica de aplicação na área industrial.
- Descrever os oito pilares da TPM.
- Identificar os passos para a implementação e os benefícios da TPM.
10
TOTAL 560


MÓDULO OPCIONAL
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDIZAGENS OBJETIVOS H/A
DIDÁTICA E METODOS CIENTIFICOS  
DIDÁTICA: UMA PRÁTICA ORGANIZADA - Conceituar a didática
- Relacionar a didática com as estratégias de ensino
- Estabelecer relação entre a didática e o processo de socialização
10
METODOLOGIA: DIFERENTES OPÇÕES DIDÁTICAS - Definir o que é a metodologia no trabalho docente.
- Apontar diferentes opções metodológicas que podem ser adotadas no processo de ensino-aprendizagem.
- Relacionar a metodologia com o uso de diferentes recursos materiais.
10
PROCESSOS DE APRENDIZAGEM - Descrever como os alunos processam o aprendizado
- Discutir as etapas dos processos de aprendizagem
- Explicar o ciclo dinâmico da aprendizagem
10

SELEÇÃO E DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA MATRÍCULA

01 fotos 3x4; Cópia do Diploma de Curso Superior, Cópia do CPF, Cópia do RG e Cópia do Comprovante de Residência. (Todos as Copias desses documentos deverão obrigatoriamente serem digitalizadas, assinadas pelo candidatos conforme assinatura do RG e enviadas para a FIC pelo correio eletrônico, pelo sistema ou pelo portal www.ficunifal.edu.br).

DADOS DA INTITUIÇÃO DE ENSINO

MANTENEDORA:
Nome: União de Faculdades de Alagoas Ltda. - UNIFAL
Dirigentes: Sergio TR Costa e Rosário F. Costa.
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326 8069 - E-mail: unifal@ficunifal.edu.br

MANTIDA:
Nome: Faculdade Figueiredo Costa - FIC
Dirigentes: Sergio TR. Costa e Rosário F. Costa
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326-8069 - E-mail: fic@ficunifal.edu.br

EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia da Manutenção Industrial é certificado pela FACULDADE FIGUEIREDO COSTA – FIC, mantida pela UNIFAL.

A FIC é CREDENCIADA PARA OFERTA DE CURSOS SUPERIORES PRESENCIAIS PELA PORTARIA MEC 289/16 (RECREDENCIADA) e CREDENCIADA PARA CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA PELA PORTARIA MEC 90/18 (CREDENCIADA EAD). Os certificados expedidos pela FIC tem garantia de validade em todo território brasileiro.

INVESTIMENTO

O investimento varia conforme o prazo que o aluno se predispõe a concluir o curso, ou seja o aluno escolhe um plano e paga a taxa de matricula e a quantidade de meses em que pretende concluir o curso, conforme tabela abaixo:

PLANOS TEMPO DE CONCLUSÃO
EM MESES
TAXA DE MATRÍCULA
EM R$
PARCELAS MENSAIS
EM R$
TOTAL DO INVESTIMENTO
EM R$
PLANO 1 6 - A VISTA 2.250,00
PLANO 2 6 1 x 336,00 6 x 336,00 2.352,00
PLANO 3 8 1 x 275,33 8 x 275,33 2.478,00
PLANO 4 10 1 x 240,54 10 x 240,54 2.646,00
PLANO 5 12 1 x 219,69 12 x 219,69 2.856,00
PLANO 6 14 1 x 206,66 14 x 206.66 3.100,00

OBS: Caso o aluno conclua o curso em prazo superior ao escolhido no contrato, para ter direito ao certificado terá que pagar a diferença do investimento referente ao plano em que concluiu.

PRAZO DE CONCLUSÃO DO CURSO

Mínimo de 6 (seis) meses e máximo de 14 (quatorze) meses.

DIAS E HORÁRIOS DAS AULAS

Educação a distância – EAD

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E TUTORES

E-mail: fic@unifal.edu.br

A Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC é a responsável pela Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e sua permanente atualização, devendo promover as reuniões periódicas do colegiado objetivando desenvolver e implantar o presente projeto e as atividades do mesmo. É também responsável pelo gerenciamento do curso e da integração docente e discente, com objetivo de garantir o pleno sucesso na execução deste projeto pedagógico.

OBS: “Os professores são de exclusiva responsabilidade da Coordenação Acadêmica e poderão, a qualquer tempo, serem substituídos, a critério exclusivo da mesma, por razões administrativo-pedagógicas, por outros de equivalente titulação e/ou capacidade profissional”

METODOLOGIA

A concepção metodológica do Curso baseia-se nos ideais de autonomia e protagonismo no Ensino a Distância. O curso prevê a realização de 14 módulos com duração de quatro semanas cada através do Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC. Teremos 12 (quatorze) módulos disciplinares curricular com 4 (quatro) UAs e 2 (dois) módulos com 3 (três) UAs, de 10h cada.

Seguindo as diretrizes do Ministério da Educação, as eventuais provas, serão realizadas presencialmente nos polos de apoio presencial do Curso.

Para conhecer os polos de apoio presencial da FIC visite a página ficunifal.edu.br.

Farão jus aos certificados apenas os alunos que concluírem com sucesso todas as disciplinas modulares e obtiverem nota igual ou superior a 5,0 pontos.

TECNOLOGIA

A ferramenta fundamental, embora não a única, para o desenvolvimento dos processos educativos será o Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC, onde serão realizadas periodicamente as aulas com veiculação pela internet; ambientes virtuais de discussão; biblioteca virtual e informações sobre as disciplinas e avaliações.

A organização deste espaço virtual será uma parceria do Curso com a Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC e com empresas especialista terceirizadas, para elaboração e distribuição dos materiais audiovisuais.

Outra importante ferramenta indispensável que é amplamente utilizada é o site da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, onde são publicados as vídeos aulas e os textos no formato eletrônico de livros. Os livros didáticos podem ser acessados e impressos, nas bibliotecas virtuais, fazendo com que os alunos do Curso tenham a oportunidade de acessar os mais recentes resultados de autores nacionais e estrangeiros.

INFRAESTRUTURA FÍSICA

O curso é uma iniciativa da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, que já consta com estrutura física no polo do campus sede, onde funcionam a secretaria, a coordenação do curso, coordenação de tutoria e o colegiado do curso.

Estes espaços possuem os laboratórios de informática, sala de para web conferências, secretaria onde atuarão os professores do curso e demais colaboradores.

Além disso, os Polos de Apoio Presencial devem contar com acervo bibliográfico na área de conhecimento do curso, que poderá ser utilizado tanto para consulta local, como também empréstimos, de acordo com as normas de cada polo. Ainda possuem laboratórios de informática com computadores e equipados para as avaliações on line e acesso às bibliografias e periódicos eletrônicos, também deverá contar com recursos tecnológicos para realização de webs conferências.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação deverá considerar: 30% do valor da média mensal será conquistado nos trabalhos virtuais como: questionários das UAs realizados; a participação em Fóruns de Discussão online; a participação em web aulas; a participação nos Chats; a auto avaliação de cada aluno, quando exigida pela Coordenação e os 70% da restante da média mensal, será conquistado nas provas presenciais, nas participações de cada módulo curricular e no TCC e nos encontros presenciais, quando solicitado pela Coordenação.

Deste modo, no tocante aos desempenhos, considera-se APROVADO o aluno que apresenta desempenho considerado satisfatório em todos os quesitos acima mencionados, e aprovados pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, considera-se media mínima: 5 (cinco); EM RECUPERAÇÃO o aluno que apresenta desempenho considerado insuficiente em até 4 (quatro) disciplinas e com requerimento de justificativa do mau desempenho, analisada e aprovada pelo colegiado do curso, poderá MATRICULAR-SE NAS DISCIPLINAS reprovadas e completar o curso e REPROVADO o aluno que não foi aprovado durante o curso em 5 (cinco) ou mais de 5 (cinco) disciplinas, perde as condições de realizar as recuperações e está totalmente reprovado e para concluir o curso deverá realizar nova MATRICULA NO CURSO e pagar as disciplinas reprovadas.

CONTROLE DE FREQUÊNCIA

O aluno deverá ter 75% de frequência obrigatória nas UAs de cada disciplina do curso.

Considerando a modalidade à distância, a frequência do aluno será verificada a partir dos acessos realizados nas web aulas nas UAs.

Para cada disciplina (módulo curricular mensal) haverão 04 UAs, onde o acesso e participação nos questionários são obrigatórias. Neste caso, o aluno poderá ausentar-se de apenas uma UA. O aluno deve ser ciente de que não frequentando uma UA, poderá enfraquecer a sua média final.

Da mesma forma, haverá um encontros presenciais, quando serão debatidos os temas abordados nos materiais didáticos; ministradas palestras e/ou aulas práticas; efetuada a avaliação de aprendizagem; e a defesa do trabalho de conclusão, quando cada uma dessas atividades estiverem prevista em cronograma.

O comparecimento aos encontros presenciais quando exigido pela coordenação do curso é obrigatório.

Faltando a um encontro presencial, a critério da coordenação do Curso, o aluno poderá participar de um próximo encontro, respeitando o prazo máximo de conclusão do Curso. Não será permitido ao participante faltar a mais de dois encontros presenciais.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

ALBERTAZZI & SOUSA. Fundamentos de Metrologia Científica e Industrial. São Paulo: Manole, 2004.
ALVES, J. L. L. Instrumentação, controle e automação de processos. 2. Rio de Janeiro: LTC, 2010
ANDRADE, E. L. de. Introdução à pesquisa operacional: métodos e modelos para a análise de decisão. 2. ed. Rio de Janeiro: Livros Técnicas e Científicos, 1998.
ARAUJO, L. C. G. de. Organização, sistemas e métodos e as tecnologias de gestão organizacional: arquitetura organizacional, benchmarking, empowerment, gestão pela qualidade total, reengenharia. 5. ed. São Paulo: Atlas, 2011
BALLOU, R. H. Logística empresarial: transportes, administração de materiais e distribuição física. São Paulo, SP: Atlas, 1993.
BARBIERI, J. C. Gestão ambiental empresarial: conceitos, modelos e instrumentos. 3. ed. São Paulo: Saraiva, 2013.
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BAXTER, M. Projeto de produto: guia prático para o design de novos produtos. 2. ed. São Paulo: Edgard Blücher, 1998.
BECHARA, E. Aspectos relevantes da política nacional de resíduos sólidos Lei nº 12.305/2010. São Paulo Atlas 2013.
BERTAGLIA, P. R. Logística e gerenciamento da cadeia de abastecimento. São Paulo: Saraiva, 2011.
CAMPOS, V. F. TQC - controle de qualidade total (no estilo Japonês). Belo Horizonte: PCO, 1992.
CAPELLI, A. Automação Industrial: Controle do Movimento e Processos Contínuos; Editora: Érica, 2013
CAVALCANTI, M. (org.). Gestão Estratégica de Negócios. São Paulo: Pioneira Thomson Learning, 2001.
CIRCULAÇÃO, transportes e logística diferentes perspectivas. São Paulo: Outras Expressões, 2011
CONTADOR, J.C. et al., Gestão da produção – A Engenharia de Produção a serviço da modernização da empresa. 2ª edição. Editora Edgard Blücher Ltda. 2004.
CORRÊA, H.L.; Carlos A.C. Administração de produção e operações – Manufatura e Serviços: uma abordagem estratégica. Editora Atlas, 2004.
CORRÊA, V. M. Ergonomia: Fundamentos e aplicações i. Porto Alegre: Bookman, 2015.
COSTA, A. F. B.; EPPRECHT, E. K.; CARPINETTI, L. C. R. Controle estatístico de qualidade. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2008.
DAVIS, MARK M. et al. Fundamentos da Administração da Produção, 3ª ed. Porto Alegre: Bookman, 2001.
DOLABELA, F. Empreendedorismo uma forma de ser. São Paulo: Editora Cultura, 2002.
EHRLICH, P.J. Pesquisa operacional - curso introdutório. São.Paulo: Atlas, 1991.
EQUIPE ATLAS. Segurança e medicina no trabalho. 59. ed. São Paulo: Atlas, 1998.
FERRARESI, D. Fundamentos de usinagem de metais. São Paulo, Edgard Blucher. 1990
GAITHER, N.; FRAZIER, G. Administração da produção e operações. 8 ed. São Paulo: Pioneira e Thomson, Learning, 2002.
GARVIN, D.A., GERENCIANDO A QUALIDADE. Editora Qualitymark, 2002.
GONZÁLES, C.G. Metrologia, 2ª ed. México: McGraw-Hill, 1998.
GRANDJEAN, E. Manual de Ergonomia. Editora Bookman, Porto Alegre, 1998.
GRANT, D. B. Gestão de logística e cadeia de suprimentos. São Paulo Saraiva 2013.
GROOVER, M. P. Introdução aos processos de fabricação. Rio de Janeiro: LTC, 2014.
GURGEL, F do A. Administração do Produto. 2.ed. São Paulo: Atlas, 2007.
HEIZER, J.; RENDER, B. Administração de Operações: Bens e Serviços. Rio de Janeiro: LTC, 2000.
HISCHFELD, H. Engenharia Econômica a Análise de Custos. São Paulo: Atlas, 2000.
IIDA, I. Ergonomia: Projeto e Produção. Editora Edgard Blücher, São Paulo, 1995.
ISO 9000:2000 - Vocabulário em gestão de qualidade.
ISO 9001:2000 - Sistema de gestão de qualidade – requisitos.
ISO 9004-2000 - Diretrizes para melhoria de desempenho.
KAMINSKI, P C. Desenvolvendo produtos com planejamento, criatividade e qualidade. LTC, 2000.
KARDEC, A. Manutenção: Função Estratégica. 2ªEd. Qualitymark Rio de Janeiro, 1998.
KARDEC, A.; RIBEIRO, H. Gestão Estratégica e Manutenção Autônoma. Ed. Qualitymark. Rio de Janeiro 2002;
KOTLER, P. Administração de marketing: análise, planejamento, implementação e controle. São Paulo: Atlas, 2003.
LAFRAIA, J. R. B. Manual de Confiabilidade, Mantenabilidade e Disponibilidade. Rio de Janeiro: Qualitymark, 2001.
LAUGENI, F.P.; MARTINS, P.G. Administração da produção. Editora SARAIVA - 2ª Ed. 2004.
LEONE, G. S. G. Custos: planejamento, implantação e controle. 3. ed. São Paulo: Atlas, 2013.
LIRA, F. A. de. Metrologia na indústria. 9. São Paulo: Erica, 2013.
LUSTOSA, L.; MESQUITA, M.A.; QUELHAS, O.; OLIVEIRA, R. Planejamento e Controle da Produção. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
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Biblioteca digital da FIC: E-BookFIC, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca digital: PEARSON BIBLIOTECA VIRTUAL, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca pública: MEC: www.periodicos.capes.gov.br

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

A partir de uma pesquisa científica, o estudante deverá elaborar um artigo, individualmente, sobre um Modulo Disciplinar Curricular do curso.

Orientação e acompanhamento do estudante:

A orientação e o acompanhamento e a aprovação do TCC é feita pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC. A orientação e o acompanhamento do estudante serão efetuados por meio do EVA da FIC, em sala virtual, especificamente estruturada para tal finalidade. O trabalho de orientação terá como suporte uma sistematização previamente elaborada e disponibilizada na sala virtual, onde orientador e estudante terão possibilidade de acompanhamento, orientação e contatos relativos ao processo de elaboração do TCC.

A defesa individual do TCC é o momento em que o estudante será inquirido pela Coordenação sobre o conteúdo do seu trabalho. É uma atividade obrigatória que ocorre com data e hora marcadas previamente.

É considerado aprovado no TCC o aluno com média final igual ou superior a 5,0 (cinco).