Projeto de curso

PÓS-GRADUAÇÃO ESPECIALIZAÇÃO
LATO SENSU
ENGENHARIA DA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL

Ensino a Distância – EAD
(Resolução CES/CNE/MEC nº 01/2018)
CURSO CADASTRADO NO MEC EM 28/08/2007 E REVISADO EM 14/01/2019
Os cursos de pós graduação à distância são disciplinados pelo Decreto nº 9057/17

OBJETIVOS GERAIS

Capacitar os participantes para a aplicação de técnicas quantitativas na gestão da manutenção, aplicando para isto técnicas de manutenção preditiva, de análise de falhas e de aumento da confiabilidade da função manutenção. Também faz parte do objetivo do curso desenvolver competências comportamentais para que os participantes possam exercer funções de liderança e gerir as equipes de manutenção de modo eficaz e seguro.

ESTRUTURA CURRICULAR E CARGA HORÁRIA

O Curso está estruturado com 14 (quatorze) módulos, 50 (cinquenta) disciplinas totalizando 500 horas/aula.

ENGENHARIA DA MANUTENÇÃO INDUSTRIAL – EAD
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDIZAGENS OBJETIVOS H/A
INTRODUÇÃO À MANUTENÇÃO INDUSTRIAL
MÉTODOS CIENTÍFICOS - Identificar as fases do método científico
- Reconhecer o método científico como construtor de conhecimento científico
- Diferenciar o método científico dos demais métodos existentes
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INTRODUÇÃO À MANUTENÇÃO INDUSTRIAL - Definir os conceitos fundamentais de manutenção e as normas relacionadas.
- Reconhecer os conceitos de confiabilidade, produtividade, eficiência, qualidade, performance, disponibilidade e manutenabilidade.
- Relacionar os tipos de manutenção.
10
RELAÇÕES HUMANAS NA ENGENHARIA - Identificar a importância do desenvolvimento de algumas competências para atuação profissional.
- Aprender conceitos e habilidades que devem ser trabalhadas para gerir pessoas.
- Analisar a comunicação em todos os âmbitos entre as soluções alcançadas e a equipe envolvida no processo.
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ADMINISTRAÇÃO EFICAZ DO TEMPO - Reconhecer que a gestão eficaz do tempo é de extrema importância para atingir o sucesso, tanto acadêmico, quanto profissional no ramo da engenharia.
- Identificar as armadilhas que consomem nosso tempo, evitando a conclusão das atividades no prazo e qualidade esperados.
- Selecionar e aplicar ferramentas e técnicas que auxiliam na gestão do tempo, facilitando sua rotina como estudante e profissional.
10
GERENCIAMENTO DE RISCO, SEGURANÇA E ERGONOMIA
GERENCIAMENTO DE RISCOS: TÉCNICAS DE ANÁLISE E AVALIAÇÃO DE RISCOS - Definir as técnicas de análise e avaliação de riscos
- Reconhecer as formas de avaliação dos riscos
- Identificar a formas de aplicação das técnicas
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SEGURANÇA NO TRABALHO EM MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS - Demonstrar as exigências para promover a segurança na operação de máquinas e equipamentos
- Identificar a normatização que regulamente a segurança do trabalho com máquinas e equipamentos
- Indicar as situações de inadequação de máquinas e equipamentos que precisam de modificação para torná-los seguros
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ERGONOMIA - Identificar a aplicação da ergonomia no ambiente de trabalho
- Reconhecer as diferentes situações que exigirão adaptações para atender a ergonomia
- Indicar melhorias para implementar a ergonomia
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O SISTEMA HOMEM-TAREFA-MÁQUINA (SHTM): DISPOSITIVOS E CONTROLE - Definir os conceitos do sistema homem-tarefa-máquina (SHTM).
- Descrever os aspectos ergonômicos relativos a usuário, informações e controle.
- Aplicar os conceitos do sistema homem-tarefa-máquina (SHTM) em situações práticas no ambiente de trabalho.
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ANALESE DE OPERAÇÃO, PROCESSO E MOVIMENTOS
TREINAMENTO DO OPERADOR - Identificar a demanda de treinamento do operador
- Planejar o treinamento conforme o contexto do trabalho
- Avaliar o treinamento ministrado para o trabalhador
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ANÁLISE DE OPERAÇÃO - Expressar os conceitos de gráficos de operação
- Construir gráficos de operação
- Resolver problemas envolvendo o uso de gráficos de operação
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ANÁLISE DO PROCESSO PRODUTIVO - Verificar as demandas do processo produtivo
- Identificar os elementos do processo produtivo
- Analisar o processo produtivo
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ELEMENTOS DE MÁQUINAS 
ANÁLISE DE ESTRUTURAS, MOMENTO FLETOR E MOMENTOS DE INÉRCIA - Identificar os principais esforços de uma estrutura de máquina.
- Entender o efeito do momento fletor em engastes de máquinas.
- Calcular o momento de inércia de eixos e de juntas.
10
TIPOS DE TRANSMISSÕES E ACOPLAMENTOS - Diferenciar os principais tipos de transmissões e acoplamentos.
- Calcular uma transmissão nos sistemas mecânicos.
- Definir o tipo de acoplamento em função da aplicação.
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TIPOS DE UNIÕES - Classificar as uniões.
- Diferenciar os principais tipos de uniões de elementos de máquinas: solda, rebite, pino, chaveta e elementos roscados.
- Identificar os esforços a que as uniões estão sujeitas.
10
TIPOS DE ENGRENAGENS - Reconhecer a classificação e os principais tipos de engrenagens.
- Identificar a fabricação das engrenagens e suas propriedades mecânicas como dureza de dentes e núcleo tenaz.
- Aplicar o cálculo e o dimensionamento de engrenagens.
10
SISTEMAS DE FORÇAS - Descrever a distribuição de forças em elementos de máquinas.
- Decompor forças em elementos de máquinas.
- Calcular forças em elementos de máquinas.
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ESTUDO DE TEMPOS E RESULTADOS
ESTUDO DE MICRO MOVIMENTOS - Expressar o conceito de micro movimentos na análise de operações
- Identificar as dimensões do estudo de micro movimentos e suas aplicações
- Contrastar as formas de análise do estudo de micro movimentos
10
ESTUDO DE TEMPOS: AVALIAÇÃO DE RITMOS -Indicar os elementos necessários para avaliação de ritmos
-Identificar e selecionar as técnicas de estudo de tempo
-Estimar o ritmo de trabalho
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ESTUDO DE TEMPOS: DETERMINAÇÃO DAS TOLERÂNCIAS E TEMPO PADRÃO - Expressar os conceitos de estudo de tempos, tolerâncias e tempo padrão
- Diferenciar as dimensões referentes ao estudo de tempos, tolerâncias e tempo padrão
- Resolver problemas referentes a estudo de tempos, tolerâncias e tempo padrão
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FÓRMULAS E RESULTADOS DE EFICIÊNCIA GLOBAL - Discutir a importância de estudos comparativos de eficiência na gestão dos ativos do sistema produtivo.
- Reconhecer a relação da teoria com a prática na aplicação da OEE.
- Construir e interpretar gráficos de análise de eficiência.
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GRÁFICOS, TEEP E LUBRIFICAÇÃO
INTRODUÇÃO AO TEEP - PERFORMANCE EFETIVA TOTAL DOS EQUIPAMENTOS - Definir o conceito de Performance Efetiva Total dos Equipamentos (TEEP).
- Discutir a importância do TEEP nas aplicações industriais.
- Descrever os tempo e os horários vinculados ao TEEP.
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TEEP: CÁLCULOS E APLICAÇÕES - Explicar a diferença entre TEEP, OOE e OEE.
- Descrever como o TEEP é calculado.
- Apontar exemplos de utilização do TEEP.
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LUBRIFICAÇÃO - Identificar os conceitos de viscosidade, principais propriedades dos lubrificantes e a lubrificação.
- Reconhecer os parâmetros de controle e manutenção dos lubrificantes e os sistemas de lubrificação.
- Definir o plano, o planejamento de lubrificação e as principais informações dispostas nas fichas de lubrificação.
10
GRÁFICOS DE ATIVIDADE - GRÁFICO HOMEM-MÁQUINA - Expressar os conceitos de gráficos de atividade e gráfico homem-máquina
- Construir gráficos de atividade e gráfico homem-máquina
- Resolver problemas envolvendo o uso de gráficos de atividade e gráfico homem-máquina
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LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL E RCM
LUBRIFICAÇÃO INDUSTRIAL - Definir o conceito de tribologia.
- Explicar a classificação de óleos e graxas.
- Descrever as práticas de lubrificação industrial.
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MANUTENÇÃO CENTRADA NA CONFIABILIDADE (RCM) - Descrever os conceitos de Manutenção Centrada na Confiabilidade.
- Identificar as relações entre confiabilidade, disponibilidade e manutenabilidade.
- Discutir o conceito de análise de falhas na implantação da RCM.
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MANUTENÇÃO CENTRADA EM CONFIABILIDADE E MANTENABILIDADE - Identificar os componentes de um programa de manutenção centrada na confiabilidade (MCC) e os princípios utilizados.
- Descrever as etapas para análise pela MCC e implicações na mudança de princípios e filosofias nos sistemas de manutenção.
- Reconhecer o conceito, as características de mantenabilidade e o ciclo de vida de um sistema.
10
MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES
MANUTENÇÃO CORRETIVA - Definir o conceito de manutenção corretiva e suas aplicações.
- Determinar em que condições a manutenção corretiva deve ser utilizada.
- Descrever o processo de análise de falhas.
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MANUTENÇÃO CLASSE MUNDIAL: PRÁTICAS DE MANUTENÇÃO MODERNA - Identificar a relação entre a gestão da qualidade e a manutenção para se alcançar a Manutenção Classe Mundial.
- Reconhecer as principais características das manutenções planejadas e não planejadas, diferenciando: corretivas, preventivas e preditivas.
- Descrever indicadores de políticas de manutenção modernas e programas de treinamento.
10
MANUTENÇÃO DE EQUIPAMENTOS E INSTALAÇÕES - Descrever o plano de manutenção de equipamentos e instalações.
- Diferenciar os tipos de manutenção aplicados em equipamentos e instalações.
- Reconhecer o custo da manutenção e sua importância nos equipamentos de medição.
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MANUTENÇÃO ELETRICA E ELETRONICA, MECANICA, PLANEJAMENTO E CONTROLE
MANUTENÇÃO PREVENTIVA E MANUTENÇÃO PREDITIVA: ELÉTRICA E ELETRÔNICA - Reconhecer os conceitos e objetivos das manutenções preventiva, preditiva elétrica e eletrônica.
- Identificar os equipamentos mais utilizados na execução das manutenções preventiva e preditiva elétrica e eletrônica.
- Descrever métodos de investigação destacando: verificação de resistência-aterramento-continuidade
10
MANUTENÇÃO PREVENTIVA E MANUTENÇÃO PREDITIVA: MECÂNICA - Reconhecer os conceitos e objetivos da manutenção preventiva e preditiva mecânica.
- Identificar os equipamentos mais utilizados na execução da manutenção preventiva e preditiva mecânica.
- Descrever métodos de investigação, destacando: estudo de vibrações, análise do estado das superfícies, análises estruturais de peças.
10
PLANEJAMENTO E CONTROLE DA MANUTENÇÃO - Reconhecer os principais mecanismos de controle e indicadores do custo de manutenção.
- Descrever as etapas de implantação da manutenção preventiva.
- Identificar as etapas de implantação da manutenção preditiva.
10
ORGANIZAÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO E TPM
ORGANIZAÇÃO, PLANEJAMENTO E CONTROLE DE MANUTENÇÃO - Reconhecer os conceitos de manutenção industrial, os principais termos e as definições.
- Identificar os modelos de organização da manutenção: centralizada, descentralizada, híbrida e terceirizada.
- Descrever as responsabilidades da manutenção.
10
MANUTENÇÃO PRODUTIVA TOTAL (TPM) - Reconhecer o conceito da Manutenção Produtiva Total (TPM) e sua lógica de aplicação na área industrial.
- Descrever os oito pilares da TPM.
- Identificar os passos para a implementação e os benefícios da TPM.
10
MOVIMENTOS FUNDAMENTAIS DA MÃO - Expressar os conceitos de movimentos fundamentais da mão
- Identificar os tipos de movimentos fundamentais das mãos
- Resolver problemas pelo uso dos conceitos de movimentos fundamentais das mãos
10
ENGENHARIA DE METODOS E PARADAS
PROJETO DE MÉTODOS DE TRABALHO - CONCEITO GERAL - Identificar os diferentes métodos de trabalho
- Distinguir os diferentes modos operatórios
- Diferenciar o trabalho real e o trabalho prescrito
10
PROJETO DE MÉTODOS DE TRABALHO - DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO MELHORADO - Identificar o problema a ser melhorado no método de trabalho
- Analisar o problema identificado no método de trabalho
- Encontrar soluções para melhorar o método de trabalho
10
PADRONIZAÇÃO - REGISTRO DO MÉTODO PADRONIZADO - Explicar o processo produtivo do trabalho
- Listar os métodos de trabalho
- Descrever os métodos de trabalho
10
PARADAS TEMPORÁRIAS DE EQUIPAMENTOS - Categorizar as paradas temporárias de equipamentos.
- Discorrer sobre as estratégias das paradas de manutenção.
- Construir modelos de listas de verificação e ações para paradas temporárias de equipamentos.
10
ECONOMIA DE MOVIMENTO
PRINCÍPIOS DA ECONOMIA DE MOVIMENTOS RELACIONADOS AO USO DO CORPO HUMANO - Expressar os conceitos de princípios da economia de movimentos relacionados ao uso do corpo humano
- Identificar os diferentes tipos de movimentos relacionados ao uso do corpo humano
- Resolver problemas relacionados aos princípios da economia de movimentos relacionados ao uso do corpo humano
10
PRINCÍPIOS DA ECONOMIA DE MOVIMENTOS RELACIONADOS COM O LOCAL DE TRABALHO - Expressar os conceitos dos princípios da economia de movimentos relacionados com o local de trabalho
- Identificar os diferentes tipos de movimentos relacionados com o local de trabalho
- Resolver problemas relacionados aos princípios da economia de movimentos com o local de trabalho
10
PRINCÍPIOS DA ECONOMIA DE MOVIMENTOS RELACIONADOS COM O PROJETO DE EQUIPAMENTOS E FERRAMENTAS - Explicar os conceitos dos princípios da economia de movimentos relacionados com o projeto de equipamentos e ferramentas
- Identificar os diferentes tipos de movimentos relacionados com o projeto de equipamentos e ferramentas
- Resolver problemas relacionados aos princípios da economia de movimentos e o projeto de equipamentos e ferramentas
10
TROCA RÁPIDA DE FERRAMENTAS E IMPORTÂNCIA DO GARGALO - Descrever o conceito de Troca Rápida de Ferramentas.
- Discutir o conceito de gargalo nos sistemas produtivos.
- Relacionar o uso de Sistemas de Troca Rápida de Ferramentas com o conceito de disponibilidade.
10
PROJETO DE MÉTODOS DE TRABALHO E SOLUÇÃO DE PROBLEMAS
PROJETO DE MÉTODOS DE TRABALHO - CONCEITO GERAL - Identificar os diferentes métodos de trabalho
- Distinguir os diferentes modos operatórios
- Diferenciar o trabalho real e o trabalho prescrito
10
PROJETO DE MÉTODOS DE TRABALHO - DESENVOLVIMENTO DE MÉTODO MELHORADO - Identificar o problema a ser melhorado no método de trabalho
- Analisar o problema identificado no método de trabalho
- Encontrar soluções para melhorar o método de trabalho
10
PROCESSO GERAL DE SOLUÇÃO DE PROBLEMAS - Expressar os passos lógicos a serem adotados para a solução de problemas
- Construir percursos lógicos para a solução de problemas
- Resolver problemas por meio de métodos sistemáticos
10
SISTEMAS, TECNOLOGIAS, EXPORTAÇÃO E IMPORTAÇÃO
SISTEMAS PRODUTIVOS - Analisar as características de projeto e planejamento da produção.
- Identificar mecanismos de falhas dos equipamentos, da matéria-prima, das instalações e das pessoas.
- Reconhecer o conceito de disponibilidade e os mecanismos de redução de tempos ociosos.
10
TECNOLOGIAS APLICADAS À MANUTENÇÃO - Discutir as aplicações de tecnologias voltadas para a manutenção.
- Listar as tecnologias emergentes em manutenção e gerenciamento de ativos.
- Descrever a evolução da manutenção, benefícios e tendências futuras.
10
OPERACIONALIZAÇÃO DA EXPORTAÇÃO E DA IMPORTAÇÃO - Reconhecer os documentos utilizados na exportação e na importação
- Identificar a operacionalização direta e indireta da exportação
- Analisar como são feitos os serviços estratégicos em Comércio Exterior e os procedimentos operacionais
10
TOTAL DE HORAS AULA 500


MÓDULO OPCIONAL
DISCIPLINAS UNIDADES DE APRENDIZAGENS OBJETIVOS H/A
DIDÁTICA E METODOS CIENTIFICOS
DIDÁTICA: UMA PRÁTICA ORGANIZADA - Conceituar a didática
- Relacionar a didática com as estratégias de ensino
- Estabelecer relação entre a didática e o processo de socialização
10
METODOLOGIA: DIFERENTES OPÇÕES DIDÁTICAS - Definir o que é a metodologia no trabalho docente.
- Apontar diferentes opções metodológicas que podem ser adotadas no processo de ensino-aprendizagem.
- Relacionar a metodologia com o uso de diferentes recursos materiais.
10
PROCESSOS DE APRENDIZAGEM - Descrever como os alunos processam o aprendizado
- Discutir as etapas dos processos de aprendizagem
- Explicar o ciclo dinâmico da aprendizagem
10

SELEÇÃO E DOCUMENTAÇÃO NECESSÁRIA PARA MATRÍCULA

01 fotos 3x4; Cópia do Diploma de Curso Superior, Cópia do CPF, Cópia do RG e Cópia do Comprovante de Residência. (Todos as Copias desses documentos deverão obrigatoriamente serem digitalizadas, assinadas pelo candidatos conforme assinatura do RG e enviadas para a FIC pelo correio eletrônico, pelo sistema ou pelo portal www.ficunifal.edu.br).

DADOS DA INTITUIÇÃO DE ENSINO

MANTENEDORA:
Nome: União de Faculdades de Alagoas Ltda. - UNIFAL
Dirigentes: Sergio TR Costa e Rosário F. Costa.
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326 8069 - E-mail: unifal@ficunifal.edu.br

MANTIDA:
Nome: Faculdade Figueiredo Costa - FIC
Dirigentes: Sergio TR. Costa e Rosário F. Costa
Endereço: Rua Barão de Jaraguá, 398, Jaraguá, Maceió/AL. CEP: 57.022-140
Fone e Fax: (82) 3326-8069 - E-mail: fic@ficunifal.edu.br

EXPEDIÇÃO DO CERTIFICADO

O curso de pós-graduação lato sensu em Engenharia da Manutenção Industrial é certificado pela FACULDADE FIGUEIREDO COSTA – FIC, mantida pela UNIFAL.

A FIC é CREDENCIADA PARA OFERTA DE CURSOS SUPERIORES PRESENCIAIS PELA PORTARIA MEC 289/16 (RECREDENCIADA) e CREDENCIADA PARA CURSOS SUPERIORES A DISTÂNCIA PELA PORTARIA MEC 90/18 (CREDENCIADA EAD). Os certificados expedidos pela FIC tem garantia de validade em todo território brasileiro.

INVESTIMENTO

O investimento varia conforme o prazo que o aluno se predispõe a concluir o curso, ou seja o aluno escolhe um plano e paga a taxa de matricula e a quantidade de meses em que pretende concluir o curso, conforme tabela abaixo:

PLANOS TEMPO DE CONCLUSÃO
EM MESES
TAXA DE MATRÍCULA
EM R$
PARCELAS MENSAIS
EM R$
TOTAL DO INVESTIMENTO
EM R$
PLANO 1 6 - A VISTA 2.250,00
PLANO 2 6 1 x 336,00 6 x 336,00 2.352,00
PLANO 3 8 1 x 275,33 8 x 275,33 2.478,00
PLANO 4 10 1 x 240,54 10 x 240,54 2.646,00
PLANO 5 12 1 x 219,69 12 x 219,69 2.856,00
PLANO 6 14 1 x 206,66 14 x 206.66 3.100,00

OBS: Caso o aluno conclua o curso em prazo superior ao escolhido no contrato, para ter direito ao certificado terá que pagar a diferença do investimento referente ao plano em que concluiu.

PRAZO DE CONCLUSÃO DO CURSO

Mínimo de 6 (seis) meses e máximo de 14 (quatorze) meses.

DIAS E HORÁRIOS DAS AULAS

Educação a distância – EAD

COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA E TUTORES

E-mail: fic@unifal.edu.br

A Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC é a responsável pela Elaboração do Projeto Pedagógico do Curso e sua permanente atualização, devendo promover as reuniões periódicas do colegiado objetivando desenvolver e implantar o presente projeto e as atividades do mesmo. É também responsável pelo gerenciamento do curso e da integração docente e discente, com objetivo de garantir o pleno sucesso na execução deste projeto pedagógico.

OBS:: “Os professores são de exclusiva responsabilidade da Coordenação Acadêmica e poderão, a qualquer tempo, serem substituídos, a critério exclusivo da mesma, por razões administrativo-pedagógicas, por outros de equivalente titulação e/ou capacidade profissional”

METODOLOGIA

A concepção metodológica do Curso baseia-se nos ideais de autonomia e protagonismo no Ensino a Distância. O curso prevê a realização de 14 módulos disciplinares curricular, com duração de quatro semanas cada, através do Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC. São 1 (um) módulo disciplinar curricular, com 5 (cinco) UAs; 6 (seis) módulos disciplinares curricular, com 4 (quatro) UAs e 7 (sete) módulos disciplinares curricular, com 3 (três) UAs, cada.

Seguindo as diretrizes do Ministério da Educação, as eventuais provas, serão realizadas presencialmente nos polos de apoio presencial do Curso.

Para conhecer os polos de apoio presencial da FIC visite a página ficunifal.edu.br.

Farão jus aos certificados apenas os alunos que concluírem com sucesso todas as disciplinas modulares e obtiverem nota igual ou superior a 5,0 pontos.

TECNOLOGIA

A ferramenta fundamental, embora não a única, para o desenvolvimento dos processos educativos será o Ambiente Virtual de Aprendizagem da FIC, onde serão realizadas periodicamente as aulas com veiculação pela internet; ambientes virtuais de discussão; biblioteca virtual e informações sobre as disciplinas e avaliações.

A organização deste espaço virtual será uma parceria do Curso com a Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC e com empresas especialista terceirizadas, para elaboração e distribuição dos materiais audiovisuais.

Outra importante ferramenta indispensável que é amplamente utilizada é o site da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, onde são publicados as vídeos aulas e os textos no formato eletrônico de livros. Os livros didáticos podem ser acessados e impressos, nas bibliotecas virtuais, fazendo com que os alunos do Curso tenham a oportunidade de acessar os mais recentes resultados de autores nacionais e estrangeiros.

INFRAESTRUTURA FÍSICA

O curso é uma iniciativa da Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, que já consta com estrutura física no polo do campus sede, onde funcionam a secretaria, a coordenação do curso, coordenação de tutoria e o colegiado do curso.

Estes espaços possuem os laboratórios de informática, sala de para web conferências, secretaria onde atuarão os professores do curso e demais colaboradores.

Além disso, os Polos de Apoio Presencial devem contar com acervo bibliográfico na área de conhecimento do curso, que poderá ser utilizado tanto para consulta local, como também empréstimos, de acordo com as normas de cada polo. Ainda possuem laboratórios de informática com computadores e equipados para as avaliações on line e acesso às bibliografias e periódicos eletrônicos, também deverá contar com recursos tecnológicos para realização de webs conferências.

SISTEMA DE AVALIAÇÃO

A avaliação deverá considerar: 30% do valor da média mensal será conquistado nos trabalhos virtuais como: questionários das UAs realizados; a participação em Fóruns de Discussão online; a participação em web aulas; a participação nos Chats; a auto avaliação de cada aluno, quando exigida pela Coordenação e os 70% da restante da média mensal, será conquistado nas provas presenciais, nas participações de cada módulo curricular e no TCC e nos encontros presenciais, quando solicitado pela Coordenação.

Deste modo, no tocante aos desempenhos, considera-se APROVADO o aluno que apresenta desempenho considerado satisfatório em todos os quesitos acima mencionados, e aprovados pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC, considera-se media mínima: 5 (cinco); EM RECUPERAÇÃO o aluno que apresenta desempenho considerado insuficiente em até 4 (quatro) disciplinas e com requerimento de justificativa do mau desempenho, analisada e aprovada pelo colegiado do curso, poderá MATRICULAR-SE NAS DISCIPLINAS reprovadas e completar o curso e REPROVADO o aluno que não foi aprovado durante o curso em 5 (cinco) ou mais de 5 (cinco) disciplinas, perde as condições de realizar as recuperações e está totalmente reprovado e para concluir o curso deverá realizar nova MATRICULA NO CURSO e pagar as disciplinas reprovadas.

CONTROLE DE FREQUÊNCIA

O aluno deverá ter 75% de frequência obrigatória nas UAs de cada disciplina do curso.

Considerando a modalidade à distância, a frequência do aluno será verificada a partir dos acessos realizados nas web aulas nas UAs.

Para cada disciplina (módulo curricular mensal) haverão 04 UAs, onde o acesso e participação nos questionários são obrigatórias. Neste caso, o aluno poderá ausentar-se de apenas uma UA. O aluno deve ser ciente de que não frequentando uma UA, poderá enfraquecer a sua média final.

Da mesma forma, haverá um encontros presenciais, quando serão debatidos os temas abordados nos materiais didáticos; ministradas palestras e/ou aulas práticas; efetuada a avaliação de aprendizagem; e a defesa do trabalho de conclusão, quando cada uma dessas atividades estiverem prevista em cronograma.

O comparecimento aos encontros presenciais quando exigido pela coordenação do curso é obrigatório.

Faltando a um encontro presencial, a critério da coordenação do Curso, o aluno poderá participar de um próximo encontro, respeitando o prazo máximo de conclusão do Curso. Não será permitido ao participante faltar a mais de dois encontros presenciais.

BIBLIOGRAFIA SUGERIDA

AYRES, Dennis de Oliveira; CORREA, Jose Aldo Peixoto. Manual de Prevenção de Acidentes do Trabalho. 2ª Edição. Atlas, 2011.
BRANCO Filho, Gil. A Organização, O Planejamento e O Controle da Manutenção. Ciência Moderna, 2008.
DORIGO, Luiz Carlos; NASCIF, Julio. Manutenção orientada para resultados. Qualitymark, 2009.
FOGLIATTO, Flávio Sanson; RIBEIRO, José Luis Duarte. Confiabilidade e Manutenção Industrial. Campus 2009.
GENTIL, Vicente. Corrosão. LTC, 2011. RAMANATHAN, L. V. Corrosão e seu Controle. Hemus, 1993.
KARDEC, Allan; LAFRAIA, João Ricardo Barusso. Gestão Estratégica e Confiabilidade. Qualitymark, 2007.
KELLY, A.; HARRIS, M.J. Administração da Manutenção Industrial, IBP, 1980.
MIRSHAWKA, Victor. Manutenção Preditiva: Caminho para Zero Defeitos. Makron Books-McGraw-Hill, 1991.
MONCHY, François. A Função Manutenção, Ed. Durban-Ebras, 1989.
MOUBRAY, John. Introdução à Manutenção Centrada na Confiabilidade, Aladon, 1996.
NASCIF, Julio; PINTO, Alan Kardec. Manutenção - Função Estratégica, 3ª Edição. Qualitymark, 2009.
NEPOMUCENO, L. X. Técnicas de Manutenção Preditiva, V. 1 e 2 Edgard Blucher, 1999.
OAKLAND, J.Gerenciamento da Qualidade Total TQM. Nobel, 2007. P. G. MARTINS, R.F.P. Administração da Produção. Laugeni, 2006..
OSADA, Takashi; TOKAHASHI, Yoshikazu. TPM/MPT - manutenção produtiva total. IMAM, 2002.
PEREIRA, Mario Jorge. Engenharia de Manutenção - Teoria e Pratica. Ciência Moderna, 2009.
PINTO, Alan Kardec e NASCIF, Júlio. Manutenção: Função Estratégica. Ed. Qualitymark, 1998.
SANTOS, Valdir Aparecido dos. Manual prático de manutenção industrial. Icone Editora, 2007.
SCAPIN, Carlos Alberto. Analise sistêmica de falhas. INDG, 2007.
SIQUEIRA, Iony Patriota de. Manutenção Centrada na Confiabilidade. Qualitymark, 2005.
TAVARES, Lourival. Excelência na Manutenção. Edit. Casa da Qualidade, 1997.
XENOS, Harilaus G. D. Gerenciando a Manutenção Produtiva. EDG - Editora de Desenvolvimento Gerencial, 1998.

Biblioteca digital da FIC: E-BookFIC, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca digital: PEARSON BIBLIOTECA VIRTUAL, no portal www.ficunifal.edu.br
Biblioteca pública: MEC: www.periodicos.capes.gov.br

TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO - TCC

A partir de uma pesquisa científica, o estudante deverá elaborar um artigo, individualmente, sobre um Modulo Disciplinar Curricular do curso.

Orientação e acompanhamento do estudante:

A orientação e o acompanhamento e a aprovação do TCC é feita pela Coordenação de Programas de Ensino a Distância da FIC. A orientação e o acompanhamento do estudante serão efetuados por meio do EVA da FIC, em sala virtual, especificamente estruturada para tal finalidade. O trabalho de orientação terá como suporte uma sistematização previamente elaborada e disponibilizada na sala virtual, onde orientador e estudante terão possibilidade de acompanhamento, orientação e contatos relativos ao processo de elaboração do TCC.

A defesa individual do TCC é o momento em que o estudante será inquirido pela Coordenação sobre o conteúdo do seu trabalho. É uma atividade obrigatória que ocorre com data e hora marcadas previamente.

É considerado aprovado no TCC o aluno com média final igual ou superior a 5,0 (cinco).